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	<title>Alexandra Santos</title>
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		<title>Ansiedade por Separação – 7 Sinais de que o Seu Cão Não Está Apenas com Saudades Suas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandra Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 16:40:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Introdução A segurança é uma necessidade básica para todos os seres vivos — humanos e animais. Encontramo-la em casa, nas pessoas em quem confiamos, e nos nossos animais… e o [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://alexandrasantos.pt/ansiedade-por-separacao-7-sinais-de-que-o-seu-cao-nao-esta-apenas-com-saudades-suas/">Ansiedade por Separação – 7 Sinais de que o Seu Cão Não Está Apenas com Saudades Suas</a> aparece primeiro em <a href="https://alexandrasantos.pt">Alexandra Santos</a>.</p>
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<p><strong>Introdução</strong></p>



<p>A segurança é uma necessidade básica para todos os seres vivos — humanos e animais. Encontramo-la em casa, nas pessoas em quem confiamos, e nos nossos animais… e o seu cão não é diferente. Mas quando um cão aprende a depender apenas de uma pessoa para se sentir seguro — o dono — as coisas podem tornar-se difíceis. Sem si, o mundo — e até a própria casa — parecem assustadores. O pânico que ele sente quando fica sozinho vai muito além de simplesmente sentir saudades.</p>



<p>Neste artigo, vamos falar de 7 sinais claros de que o seu cão não está apenas com saudades — está a sofrer de ansiedade por separação quando não está consigo — e o que pode começar a fazer para o ajudar a ultrapassar o problema.</p>



<p>A parte mais difícil da ansiedade por separação não é o tempo que leva a resolvê-la; é perceber que a sua vida começou a girar em torno dela — que é uma prisão, leva à exaustão, e traz uma sobrecarga por estar constantemente a gerir o pânico do seu cão sempre que sai porta fora. Ter vida social também parece ser uma coisa do passado, pois parte-se-lhe o coração deixá-lo sozinho. Mas porque é uma pessoa dedicada, que deseja dar ao seu cão a melhor vida possível, quer fazer tudo o que puder para o ajudar.</p>



<p><strong>Tópicos</strong></p>



<p>• A minha história – compreender a ansiedade dos dois lados</p>



<p>• O que é a ansiedade por separação? Não é não conseguir estar sozinho – é não conseguir estar sem si.</p>



<p>• 7 sinais de que o seu cão não está apenas com saudades</p>



<p>• Porque é que os cães desenvolvem ansiedade por separação? – Não “acontece do nada”</p>



<p>• Como ajudar o seu cão a ultrapassar o problema</p>



<p>• Quando procurar ajuda profissional</p>



<p>• Conclusão</p>



<p><strong>A minha história: compreender a ansiedade dos dois lados</strong></p>



<p>Quando olho para a minha infância — tinha eu uns 7 anos de idade — lembro-me da angústia que sentia na escola, e da vontade enorme de voltar para casa e estar com a minha cadelinha, a Peggy. Era a minha companheira de brincadeiras, a minha confidente, a presença mais afetuosa da minha vida, a minha protetora… a escola assustava-me, mas a Peggy representava segurança.</p>



<p>Muitos anos depois, quando comecei a ajudar cães com ansiedade por separação do dono e já sabia exatamente o que era sentirem-se completamente seguros somente com um único ser especial, percebi algo profundo — a dor não estava só no cão. Estava também nos donos. Donos dedicados cancelavam planos, reorganizavam as suas vidas para acomodar o problema, sentiam-se divididos entre o amor e o desespero.</p>



<p>Por se preocuparem tanto, tentavam de tudo — dicas que procuravam nas redes sociais, passeios mais longos, brinquedos interativos, conselhos de amigos e outros donos, artigos, até treinadores com métodos aversivos — mas nada parecia resultar a longo prazo ou fazer sentido.</p>



<p>O que não sabiam — e não era de todo culpa deles — é que resolver a ansiedade por separação é um processo, não uma solução rápida. Requer uma base sólida, técnicas com validação científica, uma abordagem gradual e estruturada, compaixão, dedicação, respeito pelo cão e apoio ao dono.</p>



<p>Esse é o alicerce do meu acompanhamento individual — um plano estruturado e compassivo que ajuda o seu cão a ultrapassar a ansiedade e o acompanha a si em cada etapa do caminho.</p>



<p><strong>O que é a ansiedade por separação? Não é estar sozinho – é estar sem si.</strong></p>



<p>Ao contrário do que normalmente se acredita, a ansiedade por separação não é o pânico que o seu cão sente por ficar sozinho em casa. É o pânico que sente quando fica separado de si — seja porque sai de casa, seja porque fecha a porta da casa de banho enquanto toma banho, ou porque alguém fica a segurar a trela enquanto vai buscar uma garrafa de água.</p>



<p>A razão do pânico é esta: o seu cão tornou-se excessivamente dependente de si como única fonte de segurança.</p>



<p>Ladrar, uivar, destruir objetos e urinar em casa são sinais de pânico, não de saudades.</p>



<p>A ansiedade por separação é um problema de saúde mental que pode ser ligeiro ou severo, não desaparece sozinha e tende a piorar se não for tratada.</p>



<p>Se isto lhe diz alguma coisa, descarregue o PDF gratuito.</p>



<p><strong>7 sinais de que o seu cão não está apenas com saudades</strong></p>



<p>É natural gostarmos de sentir que o nosso cão tem saudades nossas — é sinal de vínculo. Mas há comportamentos que mostram algo bem diferente: ansiedade por separação.</p>



<p>• Ladrar e uivar quase continuamente</p>



<p>Além de serem sinais claros de angústia, funcionam como um chamamento. Pense nisto como o seu cão estar a chamar por estar desesperado para que volte.</p>



<p>• Deambular pela casa</p>



<p>Alguns cães andam de um lado para o outro, deitam-se por segundos, levantam-se, vão à porta e voltam a deambular. É uma tentativa de aliviar a ansiedade.</p>



<p>• Urinar em casa</p>



<p>Ao contrário do mito comum, isto não é vingança. Stress e ansiedade ativam respostas automáticas no organismo — tal como nós podermos ter dores de estômago quando estamos ansiosos.</p>



<p>• “Destruição”</p>



<p>Apesar de muitos cães realmente destruírem objetos, muitos outros apenas “desarrumam”. Rasgar almofadas, roer objetos ou vasculhar o lixo ajuda a libertar stress.</p>



<p>Muitos rodeiam-se de objetos com o seu cheiro — sapatos, meias, roupa interior — como forma de conforto olfativo.</p>



<p>• Não comer nem brincar</p>



<p>Tal como nós, os cães têm três respostas ao pânico: lutar, fugir ou congelar. Muitos “congelam”. Não comem, não tocam nos brinquedos… mas o sofrimento é o mesmo.</p>



<p>• Ansiedade por antecipação quando o dono se prepara para sair</p>



<p>Segui-lo pela casa, ficar mais quieto que o habitual, arfar, choramingar, tentar impedir que saia. É a antecipação do pânico.</p>



<p>• Resistência a passear com outra pessoa</p>



<p>Um sinal pouco falado: recusar sair com outra pessoa se o dono estiver em casa. Porque só se sente seguro consigo, tenta evitar a separação a todo o custo.</p>



<p>Se vários destes sinais descrevem o seu cão, descarregue o PDF gratuito ou considere uma sessão de diagnóstico — é a forma mais rápida de receber as primeiras indicações.</p>



<p><strong>Porque é que os cães desenvolvem ansiedade por separação — Não “acontece do nada”</strong></p>



<p>A ansiedade por separação não surge “do nada”. Existem sempre fatores biológicos envolvidos. Um cão pode passar por todas as experiências consideradas “de risco” e nunca desenvolver ansiedade se o seu sistema nervoso não estiver predisposto para tal.</p>



<p>Alguns fatores incluem:</p>



<p>• Ser separado da mãe antes dos 2 meses a 2 meses e meio de idade — nessa fase, ainda depende dela para se sentir seguro, e essa dependência transfere-se para a pessoa com quem cria o vínculo mais forte – regra geral, o dono.</p>



<p>• Nunca (ou raramente) ficar sozinho — o que perpetua a dependência.</p>



<p><strong>Como ajudar o seu cão a ultrapassar o problema</strong></p>



<p>Quanto mais ele conseguir prever o que acontece, mais seguro se sentirá. Pode começar a ajudá-lo já hoje, implementando os seguintes passos:</p>



<p>• Seja previsível</p>



<p>• Peça a todos os membros da família para agirem da mesma forma</p>



<p>• Estabeleça uma rotina, tanto quanto possível</p>



<p>• Comece por fazer pequenas “saídas” simuladas em casa</p>



<p>• Nunca o castigue</p>



<p>• Informe-o sempre que sair – é um erro tentar sair porta fora sem que ele se aperceba</p>



<p>• Proporcione-lhe estímulo mental diariamente</p>



<p>Lembre-se: progresso leva semanas — não dias.</p>



<p><strong>Quando procurar ajuda profissional</strong></p>



<p>Procure ajuda assim que suspeitar ou perceber que o seu cão sofre de ansiedade por separação.</p>



<p>• Não espere para ver se passa — não passa sozinha.</p>



<p>• Não confie em soluções rápidas — quando não é bem resolvida a primeira vez que surge, tende a voltar, e cada recaída é pior.</p>



<p>Lembre-se que a ansiedade por separação não desaparece por si só.</p>



<p><strong>Conclusão</strong></p>



<p>Se é um dono dedicado cuja vida é ditada pela gestão do pânico do seu cão sempre que sai, saiba que não está sozinho — e que não tem culpa que ele sofra desta doença. A ansiedade por separação é real, tratável e melhora com a abordagem certa. Quanto mais cedo agir, mais fácil será recuperar a calma e a confiança para ambos.</p>



<p>Uma abordagem estruturada, baseada na ciência e compassiva — que começa por compreender o estado emocional do seu cão e depois segue um percurso progressivo — proporciona resultados duradouros e reduz o risco de recaídas.</p>



<p><strong>Dê o próximo passo</strong></p>



<p>Se o que acabou de ler lhe é familiar, não precisa de enfrentar isto sozinho/a.</p>



<p>Descarregue o PDF gratuito ou marque uma sessão de diagnóstico de 30 minutos para receber um plano base que ajudará o seu cão — e a si — a reencontrarem a paz e tranquilidade.</p>
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		<title>A IMPORTÂNCIA DA BRINCADEIRA</title>
		<link>https://alexandrasantos.pt/a-importancia-da-brincadeira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[tf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Mar 2024 17:33:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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				</div>
					</div>
				</div>
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		<title>É INADMISSÍVEL QUE O MEU CÃO ME MORDA!! SERÁ MESMO?</title>
		<link>https://alexandrasantos.pt/e-inadmissivel-que-o-meu-cao-me-morda-sera-mesmo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[tf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Mar 2024 17:22:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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							<p>Quando o nosso cão nos morde várias emoções e sentimentos se apoderam de nós.</p><p>Sentimo-nos quase que injustiçados pela “falta de gratidão” demonstrada. Afinal de contas, damos-lhe tanto carinho…brincamos tanto com ele…compramos-lhe tantos brinquedos…</p><p>A um nível subconsciente sentimos a nossa autoridade desafiada cada vez que somos mordidos, e daí ser tão comum a frase “não admito que algum cão meu me morda!”.</p><p>Que tal tomarmos consciência do porquê que o nosso patudo nos morde, em vez de defendermos a todo o custo a nossa “posição de líder da matilha” ou o punirmos por ser um “ingrato” ou um “desafiador”? Mais difícil ainda, que tal tomarmos consciência que numa grande parte dos casos somos nós os causadores dos comportamentos agressivos dos nossos cães?</p><p>Olhemos para algumas situações que facilmente resultam numa dentada</p><p><strong>Sem nos apercebemos, somos invasivos</strong></p><p>O nosso patudo está a descansar e resolvemos fazer-lhe festas. Como não sabemos reconhecer sinais subtis de stress (desviar o olhar, virar a cabeça, olhar-nos de lado, bocejar, lamber o nariz, por exemplo) insistimos. Num ápice, ele rosna, investe e morde. Neste cenário, o aviso foi dado; nós é que não o entendemos.</p><p><strong>Punimos porque é &#8220;inadmissível&#8221; o nosso cão rosnar-nos</strong></p><p>Rosnar faz parte da comunicação canina e tem vários significados, incluindo ser um aviso . Damos-lhe um osso 🦴 (o que regra geral é extremamente valioso para um cão) e decidimos tirar-lho só para testar a sua reação. Ele rosna; nós dizemos “não faz isso, seu feio! ”; a nossa mão continua a avançar para o osso; ele continua a rosnar, mas desta vez a mostrar os dentes; numa fração de segundo pensamos “quem manda aqui sou eu, e não admito que me rosnes!”; olhamos fixamente para ele (o que é uma ameaça para muitos cães) falamos-lhe num tom ameaçador e agarramos o osso; levamos uma dentada na mão.</p><p><strong>A nossa fúria impede-nos de reconhecer uma reação de medo</strong></p><p>Chegamos a casa, reparamos que o patudo roeu o sofá e começamos a ralhar com ele . Ele foge para debaixo de uma mesa, porque na realidade não entende que a nossa ira se deve ao sofá roído. Nesse momento, se olhássemos bem para ele iríamos ver que as suas orelhas estavam para trás e coladas à cabeça, e que a sua cauda estava entre as patas traseiras – sinais de medo. Mas como queremos que ele entenda que não pode roer o sofá e que isso só vai acontecer se for punido, tentamos agarrá-lo e puxá-lo cá para fora para continuarmos a ralhar (ou bater) até nos passar a fúria. Ao agarrá-lo, levamos uma dentada.</p><p>É importante entendermos que qualquer ser pode reagir agressivamente, pois a agressividade é um mecanismo de defesa.</p><p>Existe sempre uma emoção que motiva o comportamento. O neurocientista António Damásio comprovou, através de vários estudos, que a tomada de decisões é um processo emocional.</p><p>Portanto, quando um cão decide fazer seja o que for, há sempre uma emoção por trás dessa decisão. As emoções tipicamente associadas à decisão de agredir são: medo, stress, ansiedade, frustração.</p><p>Uma ou um conjunto dessas emoções vai estar sempre presente em situações em que o nosso patudo já nos mordeu ou morde pela primeira vez, a não ser que:</p><p>a) alteremos o nosso comportamento, nomeadamente aprendendo a ler a sua linguagem corporal e a respeitar o seu espaço pessoal;</p><p>b) contemos com a ajuda de um profissional que nos ajude a alterar comportamentos que consideramos problemáticos.</p>						</div>
				</div>
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		<title>DICAS PARA ENSINAR O SEU CÃO A LARGAR UM OBJETO</title>
		<link>https://alexandrasantos.pt/dicas-para-ensinar-o-seu-cao-a-largar-um-objeto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[tf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Mar 2024 17:20:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ensinarmos o nosso cão a largar um objeto pode ser um desafio porque: Se andarmos atrás dele a dizer “larga, larga, larga” enquanto dá voltas à mesa, torna-se num jogo [&#8230;]</p>
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							<p>Ensinarmos o nosso cão a largar um objeto pode ser um desafio porque:</p><p>Se andarmos atrás dele a dizer “larga, larga, larga” enquanto dá voltas à mesa, torna-se num jogo para ele. Se lhe tirarmos o objeto da boca à força, corremos o risco de nos começar a morder e aí ninguém lhe conseguirá tirar nada!</p><p>É importante, portanto, ensinarmos-lhe a largar objetos sem o perseguirmos ou confrontar. Neste artigo partilho 3 dicas para ensinar o seu patudo a largar um objeto.</p><p>Comece por dizer a palavra “larga” quando passa por ele num momento em que tenha um brinquedo na boca, e atire uma guloseima para bem perto dele. Este é o primeiro passo e o objetivo não é o seu cão largar já o objeto, embora se o fizer, melhor.</p><p>O que se pretende com este passo, que é o início do processo de treino, é ensinar-lhe a associar a palavra “larga” a uma recompensa e a evitar confrontá-lo. Evitar o confronto é especialmente importante no caso de cães que demonstram agressividade por posse ou guarda de recursos.</p><p>A segunda dica é aproveitar momentos em que o seu cão toma a iniciativa de largar um brinquedo e dizer-lhe “larga” no momento exato em que o está a largar, e depois dar-lhe uma recompensa. Nem sempre é possível conseguirmos fazê-lo, porque não estamos constantemente a olhar para ele! Mas se tirarmos uns minutos para o observar enquanto rói um brinquedo, iremos verificar que ele o larga muitas vezes, nem que seja para arranjar uma posição melhor para o continuar a roer. São essas as oportunidades que deve aproveitar.</p><p>O que se pretende com este passo é o patudo associar a palavra “larga” ao ato de largar um objeto e ser recompensado por isso. Com esta dica também estará a evitar o confronto e a evitar que ele comece a correr pela casa fora com o objeto na boca.</p><p>A terceira dica é fechar-se numa divisão pequena com ele (pode ser a casa de banho, por exemplo), espalhar 2 ou 3 objetos proibidos no chão (uma meia, um peluche do seu filho/a, etc.) e dizer “larga” assim que ele olhar para um desses objetos e antes que o abocanhe. Recompense-o sempre que ele for bem sucedido, e lembre-se que o comportamento antes da asneira ainda é comportamento correto e deve ser reforçado com uma recompensa.</p><p>O objetivo desta dica é o seu cão aprender a nem sequer abocanhar o que não deve.<br />Ensiná-lo a largar um objeto vai além destas dicas, mas esta já é uma boa base 😊</p>						</div>
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		<title>EFEITOS NOCIVOS DAS PUNIÇÕES</title>
		<link>https://alexandrasantos.pt/efeitos-nocivos-das-punicoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[tf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Mar 2024 17:18:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existem situações, especialmente no que concerne a segurança do nosso cão, que uma punição é necessária. Por exemplo, se ele apanhar uma porcaria do chão, não a largar imediatamente e [&#8230;]</p>
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							<p>Existem situações, especialmente no que concerne a segurança do nosso cão, que uma punição é necessária. Por exemplo, se ele apanhar uma porcaria do chão, não a largar imediatamente e tiver de levar uma palmada para largar a porcaria, que seja. É uma questão de escolhermos o mal menor!</p><p>Mas as punições, mesmo quando absolutamente necessárias, têm efeitos nocivos e é por isso que não devem ser utilizadas como forma de educarmos o nosso patudo. Neste artigo vamos falar de 2 desses efeitos, mas existem muitos mais.</p><p><strong>Contra- controlo</strong></p><p>O contra controlo implica o cão enganar ou agredir o seu agressor para recuperar a sua liberdade de ação. Isto acontece porque a palmada que damos ao nosso cão o inibe no imediato, mas não lhe tira a vontade a longo prazo de repetir o comportamento.</p><p>Quando um cão leva uma palmada no focinho por não parar de ladrar, como é que nos engana? Fugindo para fora do nosso alcance para continuar a ladrar. Sempre que vamos atrás dele, ele afasta-se mais um pouco.</p><p>Quando um cão nos agride por o ameaçarmos (agredir o agressor) está não só a defender-se como também a tentar recuperar a sua liberdade de ação. Continuando com o exemplo de levar uma palmada no focinho por não parar de ladrar, morde para travar a agressão e continuar a ladrar.</p><p><strong>Supressão global do comportamento</strong></p><p>Relacionada com a inibição não só do comportamento pelo qual o patudo é punido, mas também com a inibição de outros comportamentos que ele possa ter em simultâneo ou próximos uns dos outros.</p><p>Por exemplo, o nosso patudo investe para outros cães, gosta de farejar durante o passeio e também gosta de marcar território. Leva um esticão na trela e ouve um berro por investir para outro cão. Durante o resto do passeio não investe para mais nenhum cão, mas também não fareja nem marca território. Ocorre uma inibição do comportamento problemático (a investida), mas também de outros comportamentos naturais e que não são problemáticos.</p><p>A supressão global do comportamento pode levar o nosso cão a inibir uma série de comportamentos em vez de inibir só aquele que queremos que ele deixe de ter.<br />As punições podem parecer surtir efeito imediato, mas a longo prazo e como forma de ensinarmos os nossos cães, não funcionam!</p>						</div>
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		<p>O conteúdo <a href="https://alexandrasantos.pt/efeitos-nocivos-das-punicoes/">EFEITOS NOCIVOS DAS PUNIÇÕES</a> aparece primeiro em <a href="https://alexandrasantos.pt">Alexandra Santos</a>.</p>
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		<title>ALGUMAS DICAS PARA LIDAR COM UM CÃO MEDROSO</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Mar 2024 17:15:08 +0000</pubDate>
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							<p>O medo despoleta mecanismos de sobrevivência – fuga ou luta. Quando um cão sente que não tem qualquer controlo sobre o que lhe acontece, por exemplo, ser forçado a aproximar-se de outro cão do qual tem medo, pode insistir ainda mais na fuga ou pode agredir.</p><p>Para que nenhuma destas situações aconteça partilho convosco algumas dicas para dar autonomia ao seu patudo, fazendo-o sentir que tem algum controlo sobre a situação e sobre o que lhe acontece:</p><p>Certifique-se que a trela está solta – uma trela tensa não dá autonomia ao seu cão. A trela pode estar curta, mas solta.</p><p>Quando a trela está tensa e curta demais, aumenta a sensação de não haver opção de escape, o que pode intensificar o medo.</p><p>Progrida ao ritmo dele – por exemplo, dê-lhe liberdade para decidir quando quer aproximar-se de uma visita.</p><p>Para nós alguns medos do nosso patudo são injustificados, pois aquilo que ele perceciona como ameaça é, muitas vezes, insignificante para nós. Por acreditarmos que não há motivo para ele ter medo, tornamo-nos impacientes e forçamos o processo. Devemos ter em conta que o medo é uma emoção e que alterar estados emocionais requer uma abordagem eficaz e tempo.</p><p>Dê-lhe espaço de manobra na rua – por exemplo, contornar um contentor a uma distância a que se sinta seguro.</p><p>Um cão medroso pode mostrar um misto de curiosidade e medo perante um certo estímulo; por exemplo, uma mota estacionada no passeio. Neste caso a tendência é alternar entre aproximar-se e recuar. É importante que ele o possa fazer.</p><p>Também pode ter medo de pessoas que se aproximam e necessitar de recuar para uma distância de segurança, ou esconder-se atrás das nossas pernas.</p><p>Há, ainda, situações em que ele precisa de parar e observar.</p><p>Quanto mais o nosso cão tiver espaço de manobra, mais se sentirá em controlo da situação. Isto irá acelerar o processo de resolução do medo.</p>						</div>
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		<title>ALGUMAS DICAS PARA ENSINAR O SEU CÃO A NÃO SALTAR PARA VISITAS</title>
		<link>https://alexandrasantos.pt/algumas-dicas-para-ensinar-o-seu-cao-a-nao-saltar-para-visitas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[tf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Mar 2024 17:04:30 +0000</pubDate>
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							<p>Os cães saltam para nós porque estão excitados, querem cumprimentar-nos, e são recompensados por saltar. A recompensa é receber festas enquanto saltam!</p><p>Partilho convosco algumas dicas para corrigir esse comportamento tão incomodativo, especialmente se o nosso patudo for exuberante e persistente.</p><p>Quando começar a abrir a porta e antes de a visita entrar, atire uns 5 ou 6 pedaços de uma guloseima deliciosa para o chão, um pedaço de cada vez para aproximadamente 1 metro da porta.</p><p>Mostre-lhe a guloseima primeiro, como se o estivesse a guiar pelo nariz, não vá ele estar tão focado em quem está do lado de fora da porta que nem se apercebe.</p><p>Enquanto ele está a apanhar o último pedaço, a visita deve entrar. Com a visita já dentro de casa e sem interagir com ele, atire mais uns 4 pedaços, também um de cada vez, para o chão para longe dela.</p><p>Isto serve três propósitos: recompensar o patudo repetidamente por não saltar; baixar um pouco a sua excitação durante o tempo que está a apanhar as guloseimas do chão; desviar a atenção da visita.</p><p>Com o patudo mais calmo, a visita pode debruçar-se sobre ele, para minimizar a tendência de ele saltar, e fazer-lhe festas. As festas devem ser longas (nada de palmadinhas que o poderão excitar outra vez) e a pessoa deve falar-lhe num tom de voz calmo.</p><p>É possível que numa fase inicial a visita cative mais a atenção dele que a guloseima, e que ele salte para ela e não ligue à guloseima. Mas com a continuação do treino ele vai desenvolvendo auto controlo.</p><p>Neste caso pode optar por ter o patudo à trela para não conseguir saltar para a visita; atirar a guloseima para o chão naquela fração de segundo em que ele não salta, e tirar-lhe a trela só quando estiver mais calmo. É nesta altura que a visita lhe pode fazer festas, se assim o desejar. Para o caso de visitas que não gostam ou têm medo de cães, teremos de ser nós, donos, a recompensar.</p>						</div>
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